Com profundo pesar pelo anúncio do fechamento do Cine Belas Artes, fui ver hoje um desses filmes que só passa lá, e que por isso torna aquele lugar tão especial.
Um filme australiano, que passou na Mostra Internacional, e que infelizmente, como outros tantos bons filmes europeus, asiáticos e latinos, não tem espaço no circuito comercial das salas paulistanas.
Uma história charmosa que me levou a, muito propositadamente, pensar neste meu momento. Uma família, marido, esposa e quatro filhos, vivendo numa bela casa, ladeada por uma imensa árvore (a que dá título ao filme). O marido morre e então os dramas da família, de perda de marido e pai, vão sendo narrados ao redor desta grande árvore.
Os simbolismos representados pela árvore são os mais diversos, das fantasias construídas nesta figura que se configurará na prisão e na libertação de cada um.
O romper implica por vezes em perdas, em abrir mão de algo por alguma coisa. Certas situações podem realmente parecer-se com um ciclone, que arranca as raízes que precisam se desprender "deste" lugar para dar a liberdade necessária...
Quem conhece as histórias entenderá... vejam o filme, vale a pena.
Boa parte do que somos, pensamos, acreditamos, ou acreditamos que pensamos que somos, deriva do que lemos, vimos, ouvimos, vivemos, ou tudo isso junto. LI OU VI, reúne um pouco disso. Espero expressar o que, pouco provavelmente, alguém "são" pensaria... a loucura é o que me move, discordâncias é o que procuro. A unanimidade é burra, nas divergências há verdade... encontre-as pois, AKI OU AKOLÁ!!!
Mostrando postagens com marcador nascimento. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador nascimento. Mostrar todas as postagens
segunda-feira, 10 de janeiro de 2011
terça-feira, 6 de abril de 2010
A Natividade

Toda Morte é precedida pela Vida. Esta é a lógica natural da existência... nascemos primeiro, morremos depois. Assim nasce este blog, com a única pretensão de morrer um dia. Mas, em meio a esse caos, surgem inúmeras possibilidades de ser, de existir, estar... diluir tudo (que é sempre muita coisa) em sabor agradável, indolor... então pois, assim será.
Que venham estas possibilidades, de refletir sobre tudo quanto não for possível ignorar. Com o único compromisso de não me comprometer com nada e com ninguém, sem metas, sem vestígio de ser, sem o acerto de acertar sempre.
Mas, venha...
Assinar:
Postagens (Atom)